Desde 1990, já são 17 anos de atividades. Hoje, nove de fevereiro, a Coopercarga faz aniversário – comemorando a história e trajetória consolidada no transporte de cargas. Uma história que começou no Meio Oeste catarinense, por um grupo de 143 transportadores que ansiavam a mudança, diante da competição imposta pela atividade e principalmente pelo mercado.
Acreditando num futuro melhor, estes pequenos e médios empresários uniram-se através de uma forma de associativismo na época ainda pouco difundida – o cooperativismo. E assim fortaleceram-se.
Hoje a Coopercarga é uma cooperativa voltada para soluções logísticas, gerando produtividade aos cooperados, promovendo o desenvolvimento da comunidade e preservando o meio ambiente. Segue os trabalhos com a visão de ser um operador logístico de referência no mercado, que ofereça soluções completas para suas demandas, com know-how e tecnologia de ponta.
São 33 filiais no Brasil e Mercosul, mais de 2.600 postos de trabalho, e uma frota acima de 1.400 caminhões. Em 2006, a cooperativa investiu em terminais retroportuários – inaugurando um em Salvador-BA e outro em Guarujá-SP. Para 2007, a consolidação da marca – através dos vários negócios que a Coopercarga atua é uma das grandes apostas. Transporte rodoviário, distribuição urbana, armazenagem, terminais retroportuários e projetos logísticos. Esses são os negócios de operação logística mantidos pela organização, que também conta com postos de combustível e um hotel em Concórdia.
De acordo com o presidente da Coopercarga, Dagnor Roberto Schneider, a expectativa é de crescimento e estabilização. “Esperamos que este seja um ano melhor em decorrência da estabilidade do processo inflacionário, taxas de juro em queda e do equilíbrio da taxa cambial. E também a motivação do governo de que o país precisa crescer. Precisamos que as ações estejam efetivamente focadas neste objetivo”, enfatiza Schneider.
Deste novo ano, espera-se ainda mais. “Temos a expectativa da recuperação das exportações ligadas ao agronegócio e de uma boa safra agícola, estabelecendo o fortalecimento no setor”, afirma o presidente, lembrando a importância de estar atento a estes acontecimentos que impactam diretamente na atividade do transporte. Reconhece, também, novos segmentos de mercado. “Vemos o setor sucroalcooleiro, papel, celulose e mineração como segmentos de oportunidade para 2007”.
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